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		<title>Secretaria de Comunicação mudou relação do governo com a imprensa</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 14:59:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gabriela</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A relação com a imprensa é o eixo da política de comunicação do governo, disse hoje o ministro da Secretaria de Comunicação da Presidência da República, Franklin Martins, durante o Ciclo de Palestras promovido pela Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE). 
Segundo Franklin Martins, a estratégia adotada pelo governo, especialmente no segundo mandato, foi a de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A relação com a imprensa é o eixo da política de comunicação do governo, disse hoje o ministro da Secretaria de Comunicação da Presidência da República, Franklin Martins, durante o Ciclo de Palestras promovido pela Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE). </p>
<p>Segundo Franklin Martins, a estratégia adotada pelo governo, especialmente no segundo mandato, foi a de atender à imprensa, sempre. “Para se ter uma ideia dessa mudança de postura, em 2005 o presidente Lula concedeu 43 entrevistas. Em 2009, foram 262”, disse. </p>
<p>O presidente, de acordo com o ministro da Secom, respondeu, em 2009, a 3.040 perguntas de repórteres, o que dá uma média de oito perguntas por dia, incluindo sábados e domingos. “O símbolo do trabalho da Secom neste governo é o quebra-queixo”, explicou, referindo-se à entrevista concedida a vários repórteres ao mesmo tempo, que geralmente circundam o entrevistado, de maneira pouco organizada. </p>
<p>“Chama-se quebra-queixo porque muitas vezes o entrevistado se machuca com um microfone ou um gravador. Mas é a mais eficaz na minha opinião, porque a repercussão é imediata”, explicou o ministro. </p>
<p>Outra estratégia da Secom nesse sentido foi a de atender a todo o tipo de imprensa: local, nacional, regional, do interior, popular, internacional e a mídia digital, incluindo portais e a blogosfera. As entrevistas exclusivas, por exemplo, cresceram de 14, em 2006, para 120 em 2009. </p>
<p>Para Franklin não é por meio de campanhas publicitárias que os gestores conseguirão passar suas mensagens. “Enfrentar as situações e defender-se, se for o caso, é o melhor caminho. Para isso, é preciso atender a imprensa”, afirmou. </p>
<p>O ministro da Secom disse ser favorável ao controle das empresas de comunicação por brasileiros, de acordo com a Constituição, e afirmou que o governo nunca teve a pretensão de controlar os meios de comunicação, como alegam alguns jornais. “O governo é contra qualquer tipo de controle a priori de conteúdo. Isso é censura”.</p>
<p>A comunicação integrada também foi apontada pelo ministro como uma das iniciativas de Lula que deram certo no setor. Em outras épocas, de acordo com ele, a comunicação do núcleo do governo era feita pela Secretaria de Imprensa, pelo porta-voz e pelos responsáveis pela publicidade institucional. </p>
<p>De acordo com ele, um exemplo simbólico da eficácia da comunicação integrada aconteceu quando a crise atingiu o Brasil, em novembro de 2008. “A comunicação integrada possibilitou que passássemos a ideia-chave de que o Brasil estava preparado para enfrentar a crise e sairia dela com mais rapidez se contasse com a participação ativa da população”, disse.</p>
<p>O presidente Lula passou, então, a dizer, em todas as suas entrevistas, que, ao consumir de forma responsável, a sociedade manteria a roda da economia girando, porque se o comércio não vendesse, não encomendaria da indústria, que produziria menos e precisaria demitir. Para Franklin Martins, isso foi determinante para a saída rápida da crise. “O consumo das classes C, D e E no Nordeste foi mais forte que os das classes A e B do Sul”. </p>
<p>A garantia absoluta de liberdade de imprensa e o profissionalismo e transparência com que o governo trata todos os veículos de imprensa do ponto de vista de oferecer acesso à informação também foram apontados pelo ministro da Secom como princípios da área de comunicação do governo Lula. </p>
<p>Segundo Franklin Martins, outra mudança no setor diz respeito à publicidade, que passou a atender aos critérios de mídia técnica e de regionalização. “Isso ampliou o alcance e democratizou o processo. Em 2003, o governo anunciava em 270 rádios e 179 jornais. Em 2009, foram 2.809 rádios e 1.883 jornais”.<br />
c</p>
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		<title>Uma lei com milhares de autores :: Juca Ferreira (Folha de S. Paulo / 31.08.2010)</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Aug 2010 12:59:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gabriela</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Não interessa aos autores a judicialização do direito autoral, com milhares de processos e com o alto grau de inadimplência que temos
O Ministério da Cultura está concluindo hoje a consulta pública sobre o anteprojeto para a modernização da Lei do Direito Autoral. Recebemos milhares de contribuições.
Algo já esperado, pela importância que o direito do autor [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Não interessa aos autores a judicialização do direito autoral, com milhares de processos e com o alto grau de inadimplência que temos</em></p>
<p>O Ministério da Cultura está concluindo hoje a consulta pública sobre o anteprojeto para a modernização da Lei do Direito Autoral. Recebemos milhares de contribuições.</p>
<p>Algo já esperado, pela importância que o direito do autor tem não só para os próprios criadores como para toda a economia da cultura.</p>
<p>Organizamos mais de 80 reuniões setoriais em todo o Brasil, seis seminários nacionais e um internacional. Envolvemos mais de 10 mil interessados e estudamos a legislação de mais de 30 países. O anteprojeto é fruto desse processo.</p>
<p>A finalidade de colocar o texto em consulta pública é a de identificar fragilidades, equívocos e recolher sugestões para o seu aperfeiçoamento. A amplitude e a profundidade das manifestações não deixam dúvidas: teremos um projeto de lei melhor do que a minuta apresentada em junho!</p>
<p>No Brasil, as economias culturais não conseguem atingir legalmente nem 20% do mercado potencial, com exceção da TV aberta. É óbvio que uma economia saudável precisa ampliar o acesso dos consumidores para que a mercadoria realize plenamente sua missão e materialize seu valor de troca.</p>
<p>E, claro, quanto mais segurança jurídica, mais investidores se interessarão pelos negócios culturais.</p>
<p>Os usuários são igualmente importantes. Por isso, a lei do direito autoral precisa e deve buscar a harmonização com esses outros direitos e interesses.</p>
<p>Interessa ao autor uma economia saudável. Não interessa aos autores a judicialização do direito autoral, com milhares de processos na Justiça e com o alto grau de inadimplência que temos hoje.</p>
<p>Sem falar na insegurança da grande maioria dos artistas e criadores quanto à honestidade do processo de arrecadação e distribuição do direito autoral.</p>
<p>Um dos pontos mais questionados ao longo desse processo foi o da licença não voluntária: ela se destina a equacionar casos excepcionais dentro do conjunto do direito autoral e visa permitir a reedição de obras esgotadas e as chamadas obras órfãs,</p>
<p>fundamentalmente.</p>
<p>Não tem aplicação no universo da música, mas é relevante no mundo das artes visuais e no da literatura.</p>
<p>Obras que, apesar de relevantes para a nossa cultura, encontram-se, por motivos diversos, inacessíveis. Não podemos deixar de registrar leituras enviesadas, expostas, especialmente, por aqueles que tiram proveito de falhas da atual legislação, numa tentativa de desqualificar a proposta de lei em discussão.</p>
<p>Questões estruturais e centrais do projeto de lei, como as que ampliam os direitos dos autores, ficaram secundarizadas nessas leituras marotas. Por exemplo, o reforço na posição contratual dos autores, que terão maior poder na negociação de seus direitos com terceiros.</p>
<p>Facilitamos para que os autores e artistas de obras audiovisuais possam obter mais ganhos pela exibição pública de suas obras; criamos exigências para que as associações de gestão coletiva sejam transparentes para os artistas, em nome de quem fazem a arrecadação em suas atividades, e comprovem uma administração idônea.</p>
<p>A lei atual é defasada e não oferece saídas diante das novas tecnologias. O acesso da sociedade aos conteúdos culturais em ambiente digital é uma grande oportunidade de acesso à cultura e um desafio para o direito de autor.</p>
<p>A saída não pode ser policialesca, de querer cercear, proibir e prender, mas procurar navegar nessa onda, buscando novos modelos de negócios e regras para esses usos que garantam os direitos dos autores. O mundo inteiro está discutindo essa questão.</p>
<p>Se queremos que os autores recebam satisfatoriamente por suas criações, se queremos desenvolvimento cultural e acesso pleno à cultura para todos, ou seja, uma economia da cultura forte no Brasil, por que não procuramos juntos as saídas?</p>
<p>* Juca Ferreira, sociólogo, é ministro da Cultura.</p>
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		<title>Ciclo de Palestras &#8211; Portos</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Aug 2010 18:58:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>brunos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O ministro dos Portos, Pedro Brito, fala, na publicação a seguir, sobre o empenho do Ministério para aumentar a capacidade de movimentação de carga dos principais portos do Brasil. O objetivo é que, nos próximos 20 anos, os 10 mais importantes portos brasileiros recebam incentivos para infraestrutura e logística, dentro de uma política específica de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro dos Portos, Pedro Brito, fala, na publicação a seguir, sobre o empenho do Ministério para aumentar a capacidade de movimentação de carga dos principais portos do Brasil. O objetivo é que, nos próximos 20 anos, os 10 mais importantes portos brasileiros recebam incentivos para infraestrutura e logística, dentro de uma política específica de planos diretores. Brito também expõe a necessidade de reduzir drasticamente a burocracia na hora da liberação das cargas e cita algumas obras de revitalização portuária e de construção de novos cais.</p>
<p>Você pode folhear a publicação ou baixar o arquivo <a href="wp-content/uploads/pedroBritoSite.pdf" target="_blank">PDF</a>.</p>
<div><object style="width:610px;height:400px" ><param name="movie" value="http://static.issuu.com/webembed/viewers/style1/v1/IssuuViewer.swf?mode=embed&amp;layout=http%3A%2F%2Fskin.issuu.com%2Fv%2Fcolor%2Flayout.xml&amp;backgroundColor=ffffff&amp;showFlipBtn=true&amp;documentId=100827133257-34636abd7fb04792a964dead140d18e3&amp;docName=palestraporots&amp;username=SAE.PR&amp;loadingInfoText=Ciclo%20de%20Palestras%20-%20Portos&amp;et=1282917155795&amp;er=71" /><param name="allowfullscreen" value="true"/><param name="menu" value="false"/><embed src="http://static.issuu.com/webembed/viewers/style1/v1/IssuuViewer.swf" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" menu="false" style="width:610px;height:400px" flashvars="mode=embed&amp;layout=http%3A%2F%2Fskin.issuu.com%2Fv%2Fcolor%2Flayout.xml&amp;backgroundColor=ffffff&amp;showFlipBtn=true&amp;documentId=100827133257-34636abd7fb04792a964dead140d18e3&amp;docName=palestraporots&amp;username=SAE.PR&amp;loadingInfoText=Ciclo%20de%20Palestras%20-%20Portos&amp;et=1282917155795&amp;er=71" /></object></div>
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		<title>Presença do Brasil no mundo :: Marcio Pochmann (Valor Econômico / 26.08.2010)</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Aug 2010 12:53:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gabriela</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Política externa mostra que o Brasil não aceita mais ser liderado e quer contribuir para uma nova fase do desenvolvimento mundial
A política externa dos últimos anos indica o quanto o Brasil não mais aceita ser liderado, desejando cada vez mais contribuir para uma nova fase do desenvolvimento mundial. Atualmente, por exemplo, o país, juntamente com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Política externa mostra que o Brasil não aceita mais ser liderado e quer contribuir para uma nova fase do desenvolvimento mundial</em></p>
<p>A política externa dos últimos anos indica o quanto o Brasil não mais aceita ser liderado, desejando cada vez mais contribuir para uma nova fase do desenvolvimento mundial. Atualmente, por exemplo, o país, juntamente com Índia e China, tornou-se um dos principais responsáveis pelo movimento de recuperação econômica mundial, o que não se observava desde a Depressão de 1929.</p>
<p>Diante dos sinais de relativa decadência dos Estados Unidos, abre-se um novo cenário para o desenvolvimento multipolar, assim como ocorreu durante a longa depressão de 1873 a 1896, quando a antiga hegemonia inglesa começou a ceder lugar frente à relativa ascensão econômica da Alemanha e dos Estados Unidos, entre outros países. Somente com o encerramento das duas grandes guerras mundiais do século XX , o mundo capitalista se hierarquizou centrado nos Estados Unidos, uma vez que o bloco das economias centralmente planejadas orbitou em torno da União Soviética.</p>
<p>O fim da guerra fria, na sequência do desmoronamento das experiências de socialismo real, representado pela queda do muro de Berlim ao final da década de 1980, concedeu aos Estados Unidos uma condição de potência unipolar do mundo. Isso, porém, parece ter apresentado limites, conforme indicam as consequências atuais da crise global geradas pela queda figurada do muro de Wall Street, em 2008. Ademais dos Estados Unidos e da União Europeia, aparecem em perspectiva dois novos centros regionais na Ásia e no sul do continente americano.</p>
<p>Para que o Brasil possa perseguir a trajetória da liderança conjunta de um novo desenvolvimento suprarregional, torna-se indispensável considerar três aspectos fundamentais. O primeiro encontra-se centrado na necessária geração de moeda supranacional, com capacidade de viabilizar as três funções clássicas da moeda (unidade de conta, troca e valor) para além do espaço nacional. Dessa forma, podem ser fincadas as novas bases de um padrão monetário e de financiamento do desenvolvimento sul-americano.</p>
<p>O segundo aspecto vincula-se ao destravamento do sistema de produção e difusão tecnológica. Isso já vem ocorrendo em algumas áreas importantíssimas como energia (etanol) e agropecuária, entre outras, mas precisa avançar mais rápida e amplamente para outros setores estratégicos que permitam elevar o valor agregado em distintas cadeias de produção. Por fim, o desencadeamento do complexo produtivo e tecnológico para o sistema de defesa nacional, uma vez que diante de tantas riquezas &#8211; nem todas ainda plenamente conhecidas &#8211; segue o país desprotegido internamente nas enormes dimensões fronteiriças.</p>
<p>Tudo isso, é claro, não ocorrerá espontânea e naturalmente. Torna-se fundamental o comando por parte de uma maioria política democrática e capaz de colocar em movimento o verdadeiro potencial brasileiro. O sistema de planejamento estratégico nacional precisa ser recuperado democraticamente em novas bases, necessárias para afiançar o desenrolar dos investimentos públicos e privados de médio e longo prazo para além da infraestrutura econômica e social.</p>
<p>Entre 1960 e 1980, por exemplo, o Brasil multiplicou por 1,7 a sua presença na economia mundial, passando de 1,45% para 2,42% do Produto Interno Bruto (PIB) mundial. De lá para cá, a participação econômica do Brasil no PIB do mundo decaiu 12,4%, pois atingiu, em 2008, 2,14% do PIB mundial. Na comparação com o ano de 2003 (1,99%), que registrou a pior situação experimentada pelo país desde 1980, a participação do Brasil cresceu 7,5% na relação com a economia mundial. Mesmo assim, ainda está abaixo da participação verificada em 1980.</p>
<p>Ao fortalecer o setor produtivo, sem desconsiderar a sustentabilidade ambiental e social, o Brasil passa a assumir uma posição estratégica ainda maior no cenário internacional. Mas isso não ocorre tranquilamente, tendo em vista a existência de distintos interesses organizados que se articulam em torno da volta da financeirização da riqueza e da defesa da produção e do emprego, bem como da herança colonial que muitas vezes continua ativa e aprisionadora do pensamento liberal-conservador.</p>
<p>A libertação das mentes para o novo é mais do que a ousadia de quem constata que o conjunto de oportunidades que bate à porta dos brasileiros representa a concretização do ideário que nasceu contido na Independência nacional em 1822 e ganhou os ares abolicionistas do final do século XIX, logo interrompidos pela regressão do agrarismo da República Velha.</p>
<p>* Marcio Pochmann é presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), professor licenciado do Instituto de Economia e do Centro de Estudos Sindicais e de Economia do Trabalho (Cesit) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Escreve mensalmente às quintas-feiras.</p>
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		<title>X ENEE irá debater assuntos estratégicos do País</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Aug 2010 18:20:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gabriela</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República realizará, entre 22 e 24 de setembro de 2010, em Brasília, o X Encontro Nacional de Estudos Estratégicos (ENEE).
O tema central do Encontro é “Rumo a 2022: estratégias para a segurança e o desenvolvimento do Brasil”. Seu propósito é aprofundar o debate nacional sobre assuntos estratégicos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República realizará, entre 22 e 24 de setembro de 2010, em Brasília, o X Encontro Nacional de Estudos Estratégicos (ENEE).</p>
<p>O tema central do Encontro é “Rumo a 2022: estratégias para a segurança e o desenvolvimento do Brasil”. Seu propósito é aprofundar o debate nacional sobre assuntos estratégicos e ampliar a participação da sociedade brasileira na formação dessa agenda.</p>
<p>O evento reunirá ministros de Estado, especialistas civis e militares, acadêmicos, representantes de organizações não-governamentais e do setor privado para, juntos, examinarem as questões mais relevantes para o futuro do Brasil.</p>
<p>O X ENEE estrutura-se em quatro eixos – Estado, Economia, Sociedade e Infraestrutura. O objetivo é que, ao longo das atividades, se discutam os desafios que o País deverá enfrentar para atingir as metas propostas para o ano do seu bicentenário.</p>
<p>A participação no evento é aberta e gratuita, mas as vagas são limitadas. As inscrições podem ser feitas até 10 de setembro de 2010, <a href="http://www.sae.gov.br/enee/" target="_blank">na página do X ENEE.</a></p>
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		<title>Ciclo de Palestras &#8211; Minas e Energia</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Aug 2010 19:51:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>brunos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nesta obra, o ministro de Minas e Energia, Márcio Zimmermann, defende a injeção de investimentos para ampliar a produção de combustível nuclear de modo que garanta o abastecimento das usinas termonucleares. O ministro falou ainda sobre as operações de novas usinas nucleares e sobre a falta investimentos firmes no país para a produção industrial de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta obra, o ministro de Minas e Energia, Márcio Zimmermann, defende a injeção de investimentos para ampliar a produção de combustível nuclear de modo que garanta o abastecimento das usinas termonucleares. O ministro falou ainda sobre as operações de novas usinas nucleares e sobre a falta investimentos firmes no país para a produção industrial de combustível nuclear.  </p>
<p>Você pode folhear a publicação ou baixar o arquivo <a href="wp-content/uploads/editoração-zimmermann_site.pdf" target="_blank">PDF</a>.</p>
<div><object style="width:610px;height:400px" ><param name="movie" value="http://static.issuu.com/webembed/viewers/style1/v1/IssuuViewer.swf?mode=embed&amp;layout=http%3A%2F%2Fskin.issuu.com%2Fv%2Flight%2Flayout.xml&amp;showFlipBtn=true&amp;documentId=100824151507-24b318f9f1c84324bffc9e42b62d0307&amp;docName=palestraminaseenergia&amp;username=SAE.PR&amp;loadingInfoText=Ciclo%20de%20Palestras%20-%20Minas%20e%20Energia&amp;et=1282663108451&amp;er=25" /><param name="allowfullscreen" value="true"/><param name="menu" value="false"/><embed src="http://static.issuu.com/webembed/viewers/style1/v1/IssuuViewer.swf" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" menu="false" style="width:610px;height:400px" flashvars="mode=embed&amp;layout=http%3A%2F%2Fskin.issuu.com%2Fv%2Flight%2Flayout.xml&amp;showFlipBtn=true&amp;documentId=100824151507-24b318f9f1c84324bffc9e42b62d0307&amp;docName=palestraminaseenergia&amp;username=SAE.PR&amp;loadingInfoText=Ciclo%20de%20Palestras%20-%20Minas%20e%20Energia&amp;et=1282663108451&amp;er=25" /></object></div>
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		<title>Ciclo de Palestras &#8211; Planejamento</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Aug 2010 14:38:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>brunos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão, Paulo Bernardo, apresenta, nesta publicação, o desempenho do país na área externa, com condições favoráveis para dar continuidade à política de investimentos, independentemente do governo. Ele destaca a necessidade consolidar o planejamento no Brasil, tanto do ponto de vista de curto e de longo prazo. Investir mais na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão, Paulo Bernardo, apresenta, nesta publicação, o desempenho do país na área externa, com condições favoráveis para dar continuidade à política de investimentos, independentemente do governo. Ele destaca a necessidade consolidar o planejamento no Brasil, tanto do ponto de vista de curto e de longo prazo. Investir mais na produção de conhecimento, desenvolvimento de pesquisa, ciência e tecnologia é outro desafio colocado pelo ministro.  Problemas como concentração de renda, desigualdade social e endividamento do Estado, decorrentes do boom de crescimento enfrentado pelo país, também foram expostos.</p>
<p>Você pode folhear a publicação ou baixar o arquivo <a href="wp-content/uploads/editoração-Paulo_site.pdf" target="_blank">PDF</a>.</p>
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		<title>Ciclo de Palestras – Ciência e Tecnologia</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Aug 2010 13:54:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>brunos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciclo de Palestras]]></category>
		<category><![CDATA[Documentos]]></category>
		<category><![CDATA[ciência e tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[MCT]]></category>
		<category><![CDATA[políticas públicas]]></category>
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		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta publicação, o ministro de Ciência e Tecnologia, Sérgio Rezende, fala sobre os avanços do Brasil no setor, durante os últimos anos, ao apresentar um panorama quantitativo referente às instituições de tecnologia, ciência e pesquisa. Além disso, Rezende destacou a necessidade de expansão e consolidação do Sistema Nacional de Ciência e Tecnologia, formação de recursos humanos, apoio à infraestrutura e fomento da pesquisa científica e tecnológica, apoio financeiro para inovação tecnológica das empresas, disponibilização de tecnologia para a inovação das empresas e o fornecimento de subsídios para a criação de novas empresas de tecnologia.</p>
<p>Você pode folhear a publicação ou baixar o arquivo em <a href="wp-content/uploads/editoraçãoRezende_site.pdf" target="_blank">PDF</a>.</p>
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		<title>Brasil tem infraestrutura mais cara da AL (no Valor Econômico, em 20.08.2010)</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Aug 2010 13:25:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gabriela</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Fernanda Pires, para o Valor, do Guarujá
O setor de telecomunicações brasileiro não está conseguindo acompanhar o desempenho do Produto Interno Bruto (PIB) e vem perdendo espaço na comparação com países da América Latina, segundo estudo apresentado ontem pelo pesquisador Ernesto Flores-Roux, do Centro de Investigación y Docencia Económicas (Cide), do México, durante o 54º Painel [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fernanda Pires, para o Valor, do Guarujá</p>
<p>O setor de telecomunicações brasileiro não está conseguindo acompanhar o desempenho do Produto Interno Bruto (PIB) e vem perdendo espaço na comparação com países da América Latina, segundo estudo apresentado ontem pelo pesquisador Ernesto Flores-Roux, do Centro de Investigación y Docencia Económicas (Cide), do México, durante o 54º Painel Telebrasil, realizado no Guarujá (litoral de São Paulo). Segundo o pesquisador, apesar de o Brasil ter o maior PIB relativo da região, o número de acessos não evolui da mesma forma. Na prática, esse descompasso significa que o país está investindo mais caro para ter o mesmo produto que seus vizinhos.</p>
<p>&#8220;Na média, o Brasil está pagando 16% a mais que o resto dos países da América Latina por cada ponto de participação no mercado regional. De cada US$ 1 investido no México é necessário investir US$ 1,16 no Brasil para se ter exatamente a mesma coisa&#8221;, disse Flores-Roux ao <strong>Valor</strong>, listando entre os itens a carga tributária, que onera o investimento. &#8220;Aparentemente, trata-se de um problema estrutural, o chamado custo Brasil.&#8221;</p>
<p>Segundo a Associação Brasileira de Telecomunicações, Telebrasil , a arrecadação de tributos de telefonia fixa e móvel no segundo semestre deste ano alcançou R$ 21,3 bilhões, o equivalente a 43,2% da receita operacional líquida do setor no período, que totalizou R$ 49,2 bilhões. Só de ICMS &#8211; o imposto que mais incide na cadeia &#8211; foram pagos R$ 13,9 bilhões do montante no período entre janeiro e junho últimos.</p>
<p>Os serviços de telecomunicações no Brasil prestados pela iniciativa privada alcançaram 247,4 milhões de clientes em junho, incluindo telefonia fixa, celular, banda larga e TV por assinatura. Mas, calcula Flores-Roux, o país precisaria de mais de US$ 100 bilhões em investimentos nas telecomunicações para eliminar a brecha existente em relação aos países desenvolvidos e atingir um índice de densidade maior do que 70% da banda larga. Hoje, a penetração da banda larga na população é de aproximadamente 7%.</p>
<p>&#8220;Não pode ser nada muito diferente disso, ao contrário, será impossível o Brasil competir. Da mesma forma que na educação e infraestrutura, precisa existir investimento em telecomunicações mais ou menos equivalente ao dos países desenvolvidos&#8221;, disse o pesquisador.</p>
<p>Ainda segundo o levantamento, diminuições marginais nos preços praticados na banda larga móvel podem redundar em bilhões de dólares no PIB, por meio de aumento na demanda. &#8220;A redução de 1% nos preços teria um impacto acumulado de US$ 4,9 bilhões e aumentaria em aproximadamente 0,6 ponto percentual a penetração no mesmo período&#8221;, calcula Flores-Roux.</p>
<p>O pesquisador trabalhou na McKinsey e em parte da década de 90 morou no Brasil, onde atuou, pela empresa, no Ministério das Comunicações no desenvolvimento do projeto de privatização das telecomunicações. Defensor da desregulamentação do setor, Flores-Roux opina que o ambiente regulatório no Brasil precisa de regras &#8220;muito claras, que não mudem o tempo todo.&#8221;</p>
<p>O secretário-executivo da Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE) da Presidência da República, Luiz Alfredo Salomão, admitiu, durante o evento, a necessidade de se reduzir a carga tributária. Para ele, está claro que &#8220;taxar o investimento no setor é refrear o investimento no País&#8221;, mas explicou que não se &#8220;trata de algo trivial&#8221;, pois é difícil mudar isso.</p>
<p>Salomão apresentou as metas do plano Brasil 2022, que está sendo concebido como um receituário de medidas necessárias à luz do crescimento econômico a uma taxa de 7%. No que tange as telecomunicações, reafirmou a meta de elevar para 80% a penetração da banda larga nos domicílios com velocidade de 100 Mbps, chegando a 60 milhões de lares. O Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), de curto prazo, projeta atingir 40 milhões de residências brasileiras até 2014, com velocidade de 512 kbps. Mesmo a meta para 2022 sendo considerada por muitos como ambiciosa, Salomão a considera factível.</p>
<p>&#8220;O PNBL é um plano de curto prazo, mas não é a tecnologia do futuro. Para o Brasil crescer a 7% ao ano, ser democrático, menos desequilibrado do que é hoje, não pode a Amazônia ter acesso a 50 kbps, isso é o que tem lá, quando tem&#8221;, destacou Salomão. &#8220;Nós precisamos aumentar e baratear os acessos. Para isso, a Telebrás está sendo acionada, porque as discussões com a iniciativa privada não conduziram a uma solução factível.&#8221;</p>
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		<title>Secretaria de Assuntos Estratégicos vê dilemas institucionais no setor de comunicação (no site Teletime, em 19.08.2010)</title>
		<link></link>
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		<pubDate>Fri, 20 Aug 2010 13:24:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gabriela</dc:creator>
				<category><![CDATA[SAE na Mídia]]></category>

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		<description><![CDATA[O subchefe executivo da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência, Luiz Alfredo Salomão, apontou em sua palestra durante o Painel Telebrasil, nesta quinta, 19, alguns desafios que devem ser pensados no planejamento estratégico do setor de comunicações para os próximos anos. Essas observações devem constar no plano estratégico a ser proposto pela SAE para o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O subchefe executivo da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência, Luiz Alfredo Salomão, apontou em sua palestra durante o Painel Telebrasil, nesta quinta, 19, alguns desafios que devem ser pensados no planejamento estratégico do setor de comunicações para os próximos anos. Essas observações devem constar no plano estratégico a ser proposto pela SAE para o ano de 2022.</p>
<p>Salomão ressaltou que existe hoje um dilema institucional no setor, com uma necessidade de revisão da Lei Geral de Telecomunicações. Ele também mencionou a questão tributária, mas lembrou que &#8220;essa não é uma discussão trivial&#8221; e que passa por um debate amplo que envolve o pacto federativo, já que o setor de telecomunicações é parte fundamental do financiamento dos Estados. Nesse ponto, Salomão criticou os estudos feitos por &#8220;especialistas estrangeiros&#8221; (em referência a apresentações feitas na própria Telebrasil).</p>
<p>Ele apontou também o desafio de pensar a Internet como serviço público como parte do planejamento para 2022, e propôs uma meta de acesso a 100 Mbps disponível para 80% da população. &#8220;Isso não é impossível. Países como Japão e Coreia já falam de 1 Gbps&#8221;.</p>
<p>Outro aspecto a ser abordado no planejamento para 2022 são as questões de uma regulação convergente uma política industrial. &#8220;A indústria não desenvolveu suficientemente o setor de componentes&#8221;.</p>
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