Ao longo do século XX, boa parte da migração rural-urbana e nordeste-sudeste no Brasil foi motivada por fatores socioeconômicos. De maneira geral, essa população não tinha os recursos necessários para atender às normas legais que ordenam os assentamentos regulares. Nem tampouco o setor público garantia a todas as moradias a infraestrutura básica adequada. Como resultado dessa mútua incapacidade de cumprir os padrões mínimos estabelecidos para o ordenamento urbano sustentável, assentamentos informais e irregulares se multiplicaram.
Hoje, a integração dos assentamentos irregulares ao restante da cidade traz ganhos para as duas parcelas da população. Existem, entretanto, custos significativos associados a essa integração e, portanto, há cuidados que precisam ser considerados para que ela ocorra de forma efetiva e sustentável.
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