O ministro da Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE), Samuel Pinheiro Guimarães, inaugurou hoje (3), a sessão anual do Conselho de Altos Estudos e Avaliação Tecnológica da Câmara dos Deputados com uma discussão em torno dos principais desafios enfrentados pelas as políticas nuclear e espacial no Brasil.
Durante a reunião, que contou com a presença dos membros do conselho, Guimarães colocou como principal empecilho enfrentado pelo setor, o déficit na formação de profissionais qualificados para atender as demandas e também a falta de disponibilização de recursos.
Guimarães destacou que do ponto de vista potencial, o Brasil está extraordinariamente bem colocado, tanto no que diz respeito às atividades espaciais, quanto às atividades nucleares, quando comparado à situação de outros países do mundo. Segundo o ministro, o país domina todo o ciclo de enriquecimento de urânio, mas, ao mesmo tempo, não tem alocado os recursos necessários para o desenvolvimento dessas atividades.
De acordo com o ministro, a dificuldade maior para esse investimento é a quantidade de segmentos públicos que são tidos como prioritários dentro do governo. Ele destacou, ainda, a falta de engenheiros nucleares e a quantidade de vagas existentes que não são preenchidas. “É importante conferir em detalhes as atividades estratégicas para que haja alocação de recursos, sem contingenciamento”.
O presidente do conselho, deputado Inocêncio Oliveira (PR-PE) lançou o desafio de tornar o Brasil um exportador de urânio enriquecido, uma vez que o país tem o tema como estratégico, além de dominar essa produção.
O Conselho de Altos Estudos e Avaliação Tecnológica, formado por 11 parlamentares de diferentes áreas de atuação, é um órgão técnico-consultivo da Câmara dos Deputados que se dedica à análise e discussão de temas estratégicos para o país.









Torna-se imprescindível o nosso País ( BRASIL ), ter um crescimento e desenvolvimento, respectivamente,em diversas atividades, que sejam consideradas como basilares a uma Modernização Nacional.
Porém, a questão não reside apenas em uma fortíssima alocação de recursos financeiros,objetivando a aplicabilidade de ponta, e sim, a uma Segurança Estratégica,para esses tópicos de crescimento e desenvolvimento à Nação.
Os Inimigos Difusos, estão em qualquer parte/lugar do nosso BRASIL. Os nossos vizinhos de ‘ idioma espanhol ‘ são na realidade, alguns desses perigosos inimigos.Muitos de sua totalidade, já deram provas mais que suficientes ao nosso Brasil.
Como um amante desse Brasil,sugiro muito cuidado com tais vizinhos.
Respeitosamente,
Romulo Galvão de Lima.
Economista- SPU-MA
Afinal de contas o Comitê de Desenvolvimento do Programa Nuclear Brasileiro morreu na Casa Civil ou passou para a SAE ?
se passou para a SAE … morreu na SAE ?
O assunto é sério, há de se definir imediatamente (para ontem) a estrutura de segurança nuclear no país, realizando a “fissão” da CNEN, pois a estrutura da mesma é incompatível.
É muito fácil falar em energia nuclear, gostaria de ver nossas autoridades começarem a falar em segurança nuclear.
Acredito, que pelo contrário, devemos aprofundar o processo de integração regional sul-americana via acordos comerciais e econômicos comuns, especialmente quanto à estratégias de investimento em serviços de infraéstrutura por veículos públicos e privados.
Justamente como forma de ampliar o poder de barganha nacional em mesas de negociações extra-continentais, com o peso das vantagens comparativas e competitivas dos países jogando em bloco.
É importante perceber que nesse contexto, é mais importante evitar incorrer nos mesmos erros de confrontação diplomática de alguns vizinhos, criando opostamente, vínculos em espaços abertos à discussão entre as principais diferenças político-ideológicas e alternativas de benefício mútuo não-excludente.
Nesse sentido, faz-se necessária a conexão física brasileira com o continente, de modo a lastrear um trajeto de crescimento econômico amplo sem criar excessivas disparidades regionais, que inibam o alcance de políticas industriais, comerciais e tecnológicas responsáveis pelo ganho de produtividade e competitividade no mercado globalizado.