Secertaria de assuntos estrategicos Portal da SAE Twitter da SAE Facebook da SAE Flickr da SAE canal da SAE no Youtube
Portal do Governo Brasileiro
imagem do fale com a SAE
Brasília,

Brasília – O desenvolvimento da criança depende fundamentalmente de os pais receberem orientação para estimular o filho. Ao informar , é necessário que os pais tenham acesso sobre como se dá o desenvolvimento infantil, recebam informações sobre os serviços disponíveis e, principalmente, valorizem os vínculos familiares. Especialistas debateram as ações possíveis para fomentar a orientação a pais e cuidadores durante o ciclo de palestras do seminário “Cidadão do Futuro – Políticas para o desenvolvimento na primeira infância”, nesta quinta-feira (27), em Brasília.

O fortalecimento do vinculo familiar é trabalhado pelo Centro de Referência da Assistência Social (CRAS), do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, para crianças de 0 a 3 anos. O CRAS avalia as condições familiares e, ao detectar a vulnerabilidade, uma equipe multidisciplinar atua com os pais e filhos e trabalha a valorização do vínculo afetivo.

As orientações , explicou Maria do Socorro Fernandes Tabosa, coordenadora geral de Serviços Socioassistenciais à Família do MDS, são realizadas em reuniões nas comunidades e são oferecidas palestras sobre relacionamento familiar, atividades sobre agressividade com as crianças e aulas sobre a importância dos pais no desenvolvimento infantil.

O programa “Primeira Infância Completa”, no Rio de Janeiro, utiliza o ambiente das creches para informar pais e cuidadores. O atendimento é realizado aos sábados e, durante uma hora, os pais recebem as orientações para o desenvolvimento dos filhos. As crianças são atendidas por professores, profissionais da área de saúde, além dos auxiliares de creche, das 8h às 16h, permitindo que os pais tenham aulas sobre nutrição, saúde, estimulação do cérebro e fortalecimento dos vínculos familiares.

A valorização afetiva também foi o foco principal para combater a mortalidade infantil no estado de Pernambuco, segundo Virginia Maria Holanda de Moura, gerente do programa “Mãe Coruja Pernambucana”, da Secretaria de Saúde de Pernambuco. O programa acolhe gestantes desde o primeiro mês para estabelecer o atendimento e auxiliar nas principais necessidades da mãe. O nome do programa é uma proposta para valorizar a cultura regional de afetividade familiar e, assim, oferecer conhecimentos técnicos em saúde e educação sem ignorar o conhecimento popular.




Fechado para comentários.